Primeiramente gostaria de agradecer aos leitores dos Emirados Árabes Unidos, Marrocos, Irã, Alemanha, Estados Unidos, França, Portugal, Israel, Lituania, Letônia, Estônia, Suécia, Geórgia, China e Rússia por entrarem (muitas vezes) no blog. Tirando Portugal, não sei como vocês leem meu blog, mas enfim, obrigado! Há uns 2 meses Israel negociou com a Palestina a devolução do soldado israelense Gilad Shalit em troca de milhares de palestinos que estavam presos no território israelense. Eu não sou muito ligado a direitos humanos, mas...a vida de um vale milhares? Esse um é tão valioso assim? Então para os israelenses UM palestino não vale nada? Se pensarmos um pouco, é isso mesmo que acontece.
Aproveitando essa introdução, lembro a voces que hoje é aniversário de 70 anos do Ataque de Pearl Harbor. Esse ataque surpresa feito pela Marinha Imperial Japonesa foi tão covarde quanto o uso de bombas atomicas em Hiroshima e Nagasaki, porém há um diferencial. Os EUA não estavam em guerra contra o Japão em dezembro de 1941, mas estavam em guerra em agosto de 1945. Na minha opinião o uso de armas nucleares em Hiroshima e Nagasaki foram sim um mal necessário. Segundo a Escola Realista, o Estado busca a sobrevivência no Cenário Internacional e se os Estados Unidos não fizessem nada pra demonstrar seu real poder e que não estavam de brincadeira com os japoneses, que não aceitavam a rendição, as coisas poderiam ser muito piores. Em Pearl Harbor, os japoneses mataram 2403 americanos e tiveram apenas 60 baixas. A resposta americana foi o ataque Doolittle, onde bombardeiros foram lançados pela primeira vez de um porta-aviões e bombardearam Tóquio. Mas as maiores respostas aos ataques de Pearl Harbor contra os japoneses foram mesmo as bombas atomicas. E com isso voltamos ao começo do artigo. Assim como Israel negociou 1 israelense por milhares de palestinos, a morte quase 300 mil pessoas vingam a morte de 2403? Não direi minha opinião, mas o que voces acham?
Eu tenho uma dúvida. O Brasil e a Italia comemoram o 21 de fevereiro, dia da queda de Monte Castelo. Uma das maiores vitórias brasileiras na Campanha da FEB na Itália. O mundo todo comemora o 9 de maio, Dia da Vitória na Europa. Mas ninguém comemora o Dia da Vitória no Pacífico, no dia 9 de agosto, dia da segunda bomba e rendição japonesa. O Eixo era Itália, Alemanha e Japão. Comemoramos a vitória contra a Itália e contra a Alemanha, mas não comemoramos contra o Japão. Vemos eles todos os anos rezando pros mortos de Hiroshima e Nagasaki. Porque seria "proibido" comemorar a vitória de agosto?
Eu tenho uma dúvida. O Brasil e a Italia comemoram o 21 de fevereiro, dia da queda de Monte Castelo. Uma das maiores vitórias brasileiras na Campanha da FEB na Itália. O mundo todo comemora o 9 de maio, Dia da Vitória na Europa. Mas ninguém comemora o Dia da Vitória no Pacífico, no dia 9 de agosto, dia da segunda bomba e rendição japonesa. O Eixo era Itália, Alemanha e Japão. Comemoramos a vitória contra a Itália e contra a Alemanha, mas não comemoramos contra o Japão. Vemos eles todos os anos rezando pros mortos de Hiroshima e Nagasaki. Porque seria "proibido" comemorar a vitória de agosto?
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