quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

O Brasil no centro das atenções

Esse ano a Guerra das Malvinas faz 30 anos. E pra comemorar os 30 anos ininterruptos de ocupação da ilha, o Principe Harry vem em março fazer uma visitinha. Com a visita, talvez achando que a Argentina vá fazer um atentado contra o herdeiro do trono, o governo britanico enviou mais militares a ilha, o que causou revolta no país hermano. Claro que é um exagero, talvez uma provocação, por parte da Coroa Britanica, porque a Argentina não ia nem saber que o Principe estaria ali. Desde 1991, quando foi assinado o Tratado do Mercosul, os demais países membros (Brasil, Paraguai e Uruguai) anualmente reafirmam que aquele território, hoje inglês, é argentino. 
Visto como um "ultrage" pelos argentinos, a decisão de enviar mais militares esquentou as relações entre os dois países, forçando o Brasil a se mexer, levando em consideração a centenária boa relação com a Inglaterra e a... milenar "boa relação" com a Argentina. Isso fez com que o governo britanico enviasse ao Brasil o Chanceler William Hague. Ahhh, mas ele veio fazer palestras, veio mostrar cooperação e a amizade entre Brasil e Inglaterra. É, pode ser visto desse modo também, se fossemos alienados pela imprensa e se confiássemos em tudo que os governos dizem. Mas não foi só por isso. Assim como Condolezza Rice e Hillary Clinton vinham ao Brasil pedir pra nós apagarmos o fogo de Chavéz e Evo, Hague veio pedir pra acalmarmos Christina e cia. O Principe chega em março e até lá muitas águas vão rolar.
Falando em Hillary, secretária de Estado, fizemos um ano de reaproximação com as potências do norte o que deixou o "Companheiro Ahmaafinefad" - em lulês - revoltado. A primeira ação brasileira contra o país persa foi declarar publicamente que a política de Direitos Humanos daquele país é inapropriada, votando contra o país na Comissão de Direitos Humanos da ONU. Essa ação abalou as relações entre Brasil e Irã, fazendo com que o Irã bloqueasse a entrada de carne no país, como uma resposta. Nessa semana, o assessor de Ahmadinejad (que também é o Chanceler do país) disse que a política externa de Dilma em relação ao Irã não faz bem aos dois países e que "tinha saudades do antigo presidente". Pois é, nós não vamos dar mais ibope a um país que quer desestabilizar o cenário internacional e isso já se tornou claro quando o Irã se negou a enviar a, então condenada a morte por apedrejamento, Sakineh ao Brasil e nós mostramos insatisfação. Se aliar ao eixo do mal fez o Brasil perder prestígio e aquela negociação com Irã e Turquia só mostrou que a política externa de Lula era deficiente. Os oito anos de abstenção do governo Lula fez o país ser muito criticado dentro e fora do país, mesmo ele sendo "o cara"..."o cara burro demais" pra acreditar em tudo que diziam. Devemos sim defender o nosso lado, e o nosso lado tem que ser o lado onde estão 50% + 1. Nesse caso, o lado dos EUA e Europa. Sim, foi jogada de mestre comerciar menos com os EUA e Europa e expandir o comércio pra Africa e Asia, uma coisa não muito nova, feita pelos portugueses e espanhois desde 1200/1300, mas idealizado no Brasil pelo Emb. Amorim, quando era ministro de Itamar em 1993 e que foi descontinuado pelo Pres. FHC. 
Nos juntar aos maus não nos faz bons. Deixem os iranianos reclamarem, nossa postura voltou a ser a de antes, pois quem sempre nos apoiou desde 1822 foram os americanos, não foram os iranianos ou os persas. Se queremos poder, precisamos buscá-lo com que tem. Parece que o Min. Jobim já previa alguma coisa e a guerra está por vir. Não estamos voltando pro lado "azul" a toa. Com o bloqueio e boicote dos estados da ONU, esse ano realmente vai ser um ano de mudanças. Agora sim tenho medo dos Maias.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

2012: Volta das Férias e Nova Coreia do Norte

Kyodo News, via Associated Press
Depois de um pouco mais de 2 meses fora, voltei. Precisei sair do meu estágio e fugi pros EUA, passar umas férias lá. Tudo o que eu ouvia sobre "americanos serem rudes e hostis" com estrangeiros foi desmentido. Eu já sabia que amavam brasileiros por causa dos amigos que tenho de lá, mas talvez lá eles seriam menos amigáveis. Muito pelo contrário, são MUITO legais, gentis, educados e etc. Todo lugar que voce pisa, já ouve um "Como vai? Como tá seu dia?" e quando sai voce ouve: "Tenha um bom dia!"... algo que realmente me surpreendeu. Voces podem ler meus dias em Denver no www.rodrigolange.blogspot.com, até o ano novo eu fiz atualizações diárias. Depois encheu o saco.
Nesses dois meses longe, não aconteceu muita coisa. Aconteceu mais coisa dentro do Brasil do que fora, mas  não nos importa muito o que aconteceu por aqui, até porque o que acontece por aqui não é motivo de discussão e sim motivo de ação. Inicialmente, por ter o verde-oliva correndo no sangue, não gostei do resultado das eleições de 2010, porém a Presidente me surpreendeu. O lado ruim é que quem tá "dos lados" dela não me surpreende. Uma coisa importante que aconteceu nesses dois ultimos meses foi a "triste morte" do líder supremo coitadinho da nação e do mundo Kim Jong-Il. Morreu do nada e ninguém esperava. Só faltou o Hugo Chávez falar que foi culpa dos EUA! Enfim, nessas primeiras semanas o que parece é que o Kim Jong Un, o filho do Il e novo "Presidente" vai abrir as portas pro comércio. Mas primeiro ele precisou fazer um teste de mísseis, porque Coreia do Norte sem festejar com um teste de mísseis não é Coreia do Norte. O gordinho Jong Un, de 28 (ou 29) anos que já usou passaporte brasileiro pra visitar a Disney quando era criança, estudou na Suíça, sabe francês, inglês e alemão... Parece que não é do desejo dele ficar sem chocolates suíços, daqueles Lindt, que pra mim são os melhores. Entre os quatro filhos, ele é o mais linha dura. Os outros moram na França e EUA e o Partido Comunista Norte-Coreano não quis de jeito nenhum "infiéis" controlando o país, mas pelo andar da carroagem não vai ser por ai. É difícil dizer onde a Coreia do Norte vai parar, se vai virar Hong Kong, Taiwan ou se vai virar China. 
Se o Vietnã já começou a abrir as fronteiras comerciais pro mundo e Cuba já pensa em autorizar o casamento homossexual, então pra Pyongyang ter McDonalds espalhados pelas esquinas, carros atrapalhando a segunda-feira do trabalhador coreano e elevadores nos prédios mais altos, é um pulo. Não é um pulo grande, mas um passo já é alguma coisa. Pensar em abertura já é um pequeno passo pro governo coreano e um grande passo pras pessoas daquele país.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

70 anos de Pearl Harbor


Primeiramente gostaria de agradecer aos leitores dos Emirados Árabes Unidos, Marrocos, Irã, Alemanha, Estados Unidos, França, Portugal, Israel, Lituania, Letônia, Estônia, Suécia, Geórgia, China e Rússia por entrarem (muitas vezes) no blog. Tirando Portugal, não sei como vocês leem meu blog, mas enfim, obrigado! Há uns 2 meses Israel negociou com a Palestina a devolução do soldado israelense Gilad Shalit em troca de milhares de palestinos que estavam presos no território israelense. Eu não sou muito ligado a direitos humanos, mas...a vida de um vale milhares? Esse um é tão valioso assim? Então para os israelenses UM palestino não vale nada? Se pensarmos um pouco, é isso mesmo que acontece.
Aproveitando essa introdução, lembro a voces que hoje é aniversário de 70 anos do Ataque de Pearl Harbor. Esse ataque surpresa feito pela Marinha Imperial Japonesa foi tão covarde quanto o uso de bombas atomicas em Hiroshima e Nagasaki, porém há um diferencial. Os EUA não estavam em guerra contra o Japão em dezembro de 1941, mas estavam em guerra em agosto de 1945. Na minha opinião o uso de armas nucleares em Hiroshima e Nagasaki foram sim um mal necessário. Segundo a Escola Realista, o Estado busca a sobrevivência no Cenário Internacional e se os Estados Unidos não fizessem nada pra demonstrar seu real poder e que não estavam de brincadeira com os japoneses, que não aceitavam a rendição, as coisas poderiam ser muito piores. Em Pearl Harbor, os japoneses mataram 2403 americanos e tiveram apenas 60 baixas. A resposta americana foi o ataque Doolittle, onde bombardeiros foram lançados pela primeira vez de um porta-aviões e bombardearam Tóquio. Mas as maiores respostas aos ataques de Pearl Harbor contra os japoneses foram mesmo as bombas atomicas. E com isso voltamos ao começo do artigo. Assim como Israel negociou 1 israelense por milhares de palestinos, a morte quase 300 mil pessoas vingam a morte de 2403? Não direi minha opinião, mas o que voces acham?
Eu tenho uma dúvida. O Brasil e a Italia comemoram o 21 de fevereiro, dia da queda de Monte Castelo. Uma das maiores vitórias brasileiras na Campanha da FEB na Itália. O mundo todo comemora o 9 de maio, Dia da Vitória na Europa. Mas ninguém comemora o Dia da Vitória no Pacífico, no dia 9 de agosto, dia da segunda bomba e rendição japonesa. O Eixo era Itália, Alemanha e Japão. Comemoramos a vitória contra a Itália e contra a Alemanha, mas não comemoramos contra o Japão. Vemos eles todos os anos rezando pros mortos de Hiroshima e Nagasaki. Porque seria "proibido" comemorar a vitória de agosto?

domingo, 20 de novembro de 2011

História da Guerra Química, Biológica e Nuclear e suas soluções

                     A guerra química surgiu na Primeira Guerra Mundial para superar a luta nas trincheiras. As armas químicas mataram ou feriram cerca de 800 mil pessoas na guerra, entre civis e militares. Foi também utilizada na Segunda Guerra Mundial pelo exército japonês contra os prisioneiros de guerra australianos. O exército japonês mantinha uma unidade secreta que realizava experiencias com armas químicas e bioloógicas. Também foi utilizada no Vietnã e na guerra entre Irã Iraque, e depois usado contra os curdos no norte do Iraque.
                A Convenção de Armas Químicas é consequência do Protocolo de Genebra de 1925, que proibe o uso de gases tóxicos e métodos biológicos para os fins bélicos. O acordo foi assinado por vários países antes da Segunda Guerra Mundial, quando foram suspensas as negociações. A discussão foi retomada somente após o fim da Guerra Fria e concluída em 1993.
                Após a adoção do acordo em 1997, foi criada a Organização para Proibição de Armas Químicas, encarregada de supervisionar a destruição de arsenais químicos. Angola, Bahamas, Coreia do Norte, Egito, Iraque, Israel, Myamar, República Dominicana, Síria e Somália são os únicos países que ainda não ratificaram a Convenção.
         Na antiguidade e na Idade Média, a guerra biológica era praticada através do uso das substâncias tóxicas originárias de organismos vivos. Essa prática visava incapacitar ou matar um inimigo com microorganismos ou toxinas. Corpos eram atirados nas cidades para contaminar a população com varíola ou peste bubônica (peste negra).
         
Atualmente essas armas, que podem ser bacterias, virus e fungos, podem ser fabricadas em laboratório. Os Estados Unidos e a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas  desenvolveram muitas pesquisas voltadas para a guerra bacteriológica durante a Guerra Fria, mas somente o exército japonês nos anos de 1930 e 1940 documentaram o uso dessas armas. Assim como com as armas químicas, os japoneses usavam as armas biológicas m seus prisioneiros de guerra. Após os atentados terroristas de 2001, ficou comum o uso de armas biológicas em cartas, como Antrax por exemplo, caracterizando o bioterrorismo.

A criação e armazenamento dessas armas foram proibidas em 1972, pela Convenção sobre Armas Biológicas. No entanto, a Convenção proibe apenas a criação e o armazenamento, mas não o seu uso. Entretanto, é consenso entre os analistas que, exceto no bioterrorismo, a guerra biológica tem uma aplicação muito limitada.

            A guerra nuclear nunca aconteceu, porém armas nucleares foram usadas duas vezes na história, nos ataques de Hiroshima e Nagasaki, marcando o final da Segunda Guerra Mundial. A guerra nuclear pode ser dividida em dois subgrupos:  a guerra nuclear limitada, que são usadas pequenas quantidades de armas, sendo o alvo principal forças militares e a guerra nuclear total, que são usadas grandes quantidades de armas, dirigidas a um país inteiro, com alvos civis e militares.
             Após a Segunda Guerra Mundial o governo americano manteve uma força de ataque nuclear capaz de atacar qualquer “agressor” no mundo. A possibilidade de contra-ataque americano era quase remoto, uma vez que nenhum país naquela época havia arma nuclear para atacá-lo. A principal preocupação era com generais americanos, que poderiam usar as armas mesmo sem autorização do Presidente.
                Em 1949 a União Soviética testou sua primeira bomba nuclear em Semipalatinsk, Cazaquistão. A proliferação das armas nucleares aumentou consideravelmente, e Reino Unido e França testaram suas prmeiras bombas em 1952 e 1960, respectivamente. Muitos países da Europa Ocidental tinham arsenal nuclear, porém somente os arsenais americanos e soviétivos causaram medo durante toda época da Guerra Fria. No começo da década de 1950, os Estados Unidos atualizaram seus bombardeiros para que se funcionassem a jato, para se proteger mais rapidamente de um ataque soviético, uma vez que os soviéticos já possuia uma forma mais rápida de atacar o solo americano. Depois foram criados os mísseis lançadores de ogiva, o que deixou a guerra nuclear cada vez mais perto. Então foi acordado uma tregua entre os dois países, idealizado pelo Senador John Kennedy, também no início dos anos de 1950. Quando foi eleito presidente, em 1960,  John Kennedy não se importou mais com a tregua e recomeçou a fabricação de armas nucleares. Em 1962 a União Soviética colocou mísseis no seu único parceiro nas Américas, Cuba. Então foi criada a Crise dos Mísseis de 1962, onde foram colocados mísseis com ogivas nucleares no litoral cubano, virados para o litoral da Flórida. Caso os soviéticos não recuassem, a guerra nuclear começaria. No começo da década de 1980 a Organização das Nações Unidas fez um estudo sobre a quantidade de ogivas nucleares dos dois países e o número chegou a cerca de 40 mil ogivas.
                Hoje em dia a maior preocupação de conflito entre dois países é com Índia, que testou sua primeira bomba, chamada de Buda Sorridente, em 1974 e Paquistão, que testou sua bomba em 1998. A situação dos dois países é preocupante pois os dois países disputam a região da Caxemira há anos e o caso ainda não tem solução. Também é preocupante a situação de países do Oriente Médio, que possuem terroristas extremistas que podem ter acesso as armas nucleares através do mercado negro. Há indícios de novembro desse ano que o Irã está desenvolvendo armas nucleares, o que está causando grande desconforto entre o país árabe e o Ocidente, com ameaças de intervenção de ambos os lados.
                Para evitar a guerra nuclear, em 1968 foi assinado o Tratado de Não-Proliferação Nuclear e entrou em vigor em 1970. Atualmente conta com a adesão de 189 países, dos quais cinco países reconhecem ser detentores de armas nucleares: Estados Unidos da América, Rússia, Reino Unido, França e China. Teve como objetivo limitar o armamento nuclear desses cinco países. O tratado diz que esses países ficam obrigados a não transferir armas nucleares para os países que não possuem essas armas. Os outros países que possuem armas nucleares declaradas são Índia e Paquistão, porém não são signatários do TNP. Em 2003 a República Democrática Popular da Coreia se retirou do tratado por causa de seus objetivos de construir uma bomba atomica, que foi concluída e testada esse ano.
                Os signatários concordaram em não procurar desenvolver a arma nuclear, embora possam pesquisar e desenvolver a energia nuclear para fins pacíficos, desde que monitorizados por inspetores da AIEA. Em 2010 o TNP foi revisado e os países chegaram a um consenso que inclui a interdição total de armas nucleares no Oriente Médio. A revisão prevê o desarmamento total dentro de 10 anos, controle dos programas nucleares nacionais e a utilização pacífica da energia atômica. Os cinco países detentores da Bomba Atomica se comprometeram a adotar medidas para reduzir seus arsenais e relatar seus progressos.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Brasil e Conselho de Segurança

Desde um tempo que venho pensando no Brasil e o Conselho de Segurança da ONU. Na verdade desde a entrevista do Rubem Ricupero no programa do Kennedy Aguiar na Band, que apesar de eu achar ele um jornalista mediano, querendo forçar que as pessoas falem aquilo que ele quer escutar, faz entrevistas sensacionais. Eu sempre penso no que o embaixador Ricupero disse e que vou passar mais ou menos durante o post.  Eu nunca soube como externar essa questão, mas parece que a luz veio!
Liga das Nações
Não é de conhecimento de todos, talvez somente dos estudantes de Relações Internacionais/Concurso pro IRBr, mas existiu algo antes da ONU. Talvez a Liga das Nações, criada em 1919 após a guerra, não seja divulgada porque foi uma coisa que não deu certo desde a sua idealização e/ou assinatura. O Brasil foi "um dos criadores" da Liga das Nações e representou os Estados Unidos na assinatura do Tratado de Versalhes e com isso pensava que tinha uma moralzinha a mais. Desde aquela época o país é "candidato a uma vaga permanente no Conselho de Segurança", ou seja, quase 100 anos.
Após o fracasso da Liga das Nações, que os Estados Unidos se recusou a entrar, apesar de ser representado pelo Brasil, a Segunda Guerra veio. A guerra acabou e veio a ONU. O Brasil novamente se colocou a frente de tudo e todos e foi o primeiro a aderir o Tratado de São Francisco de 1945. E desde então "ganhou o direito" de abrir todas as Assembleias Gerais da ONU, desde Oswaldo Aranha até Dilma Rousseff.
O assento permanente no Conselho de Segurança, formado permanentemente pelos cinco primeiros países que construiram a Bomba Atômica (EUA, Rússica, China, França e Reino Unido) e mais 10 representantes rotativos, assim como em 1919 é de novo a principal meta do Brasil. Na minha opinião, os Estados Unidos é o Cap. Nascimento que sempre grita: "NUNCA SERÃO!", apesar de passar a mão na cabeça do Brasil e dizer que um dia seremos alguma coisa. Em 1942, o Brasil se alinhou definitivamente junto aos EUA e foi pra guerra. Ganhou apoio e moral, até 2003 que decidiu romper as relações de pai pra filho que tinha com os americanos e foi conquistar novas terras.
Reunião do Conselho de Segurança da ONU
A história do Brasil é aquela história daquele filho adotado que sempre foi meio rebelde, chutou o balde e foi usar drogas mais pesadas. Fez acordos com meio mundo e na hora de votar alguma coisa importante nas assembleias e reuniões extraordinárias, que pode mudar a história do mundo, não queria magoar o pai, mas também não queria prejudicar aquele amigo que oferece as drogas. Com isso, nos ultimos 9 anos o Brasil se absteve de 99% das votações, não votando nem a favor, nem contra nada.
Como um país que quer ter o poder de veto não quer começar a decidir sobre o futuro do país com um simples voto que talvez possa mudar alguma coisa? Voces podem falar: "Ah, mas ajudou negociando com o Irã.", mas isso foi negociar com o chefe da boca, pra ele relaxar e não fazer aquilo porque realmente é errado. No final, não ajudou foi nada e o Ahmadinejad aproveitou pra ficar aparecendo na mídia.  Já tá na hora do Brasil mostrar que confia no que tá fazendo, porque isso é que vai fazer ganhar um pedacinho de terra no céu, digo, no Conselho de Segurança da ONU.